segunda-feira, 21 de outubro de 2013

A luz do sol e os ventos agora trazem mais sustentabilidade ao SAU na BR 392 no Rio Grande do Sul


Energia solar fotovoltaica e eólica no Serviço de Atendimento ao Usuário na BR 392 em Capão Seco
A luz do sol e os ventos agora trazem mais sustentabilidade ao SAU na BR 392 no Rio Grande do Sul

A partir de agora a energia que abastece o Serviço de Atendimento ao Usuário da BR 392 em Capão Seco, no Rio Grande do Sul, é gerada pela luz do sol e pelos ventos. O projeto chamado de Sau Ecoeficiente, realizado pela empresa Ecosul de Pelotas, instalou um aerogerador e um sistema solar fotovoltaico, equipamentos para microgeração de energia eólica e solar, visando a redução do impacto ambiental utilizando as energias renováveis, recursos naturais abundantes na região e, que traduzem bem a intenção de atuação da empresa: de forma consciente e limpa.
O sistema instalado pela Energia Pura inclui um aerogerador de 2.4 kW e dezesseis painéis solares fotovoltaicos totalizando 4 kW de potência solar instalada. O sistema híbrido será conectado ao painel principal de distribuição do posto que fica no Polo Rodoviário de Pelotas. Os painéis fotovoltaicos foram instalados em uma estrutura metálica galvanizada no solo e tem diversas vantagens como vida útil superior a 35 anos, não ser poluente, não perturbar o ambiente (silencioso) e não precisar de manutenção, apenas limpeza periódica visando um melhor aproveitamento dos raios solares para produzir eletricidade. "Esta é a escolha natural das empresas e pessoas preocupados em produzir energia limpa em harmonia com o meio ambiente e as necessidades humanas" afirma o analista de Sustentabilidade da empresa Alexandre Izquierdo. "Optamos por este tipo de fornecimento de energia alternativa pois estamos preocupados com a natureza e reduzir o impacto ambiental de nossas atividades através da energia gerada por fontes renováveis, prioridades da Ecosul".
Pelos ventos virá a energia através de um equipamento chamado Aerogerador Skystream 3.7, um sistema integrado que produz potência compatível com voltagens de 110 e 240 volts,  fornecendo de 40 a 90% de energia necessária em uma casa ou pequeno negócio. É uma espécie de catavento, em grandes proporções. Este modelo vem pronto para conexão à rede e trabalha em paralelo com a concessionária local de energia.
Para entender melhor, o sistema funciona da seguinte maneira: as pás da turbina são projetadas para capturar a energia cinética contida no vento. Quando as pás da turbina capturam a esta energia e começam a se mover, elas giram um eixo que une o cubo do rotor a um gerador. Este gerador transforma a energia rotacional em eletricidade. “A Ecosul segue, então, uma tendência mundial”, avalia Alexandre. A expansão da energia eólica em escala universal avança a passos largos. A cada ano, o número de aerogeradores cresce cerca 20% em todo o mundo. A Associação Mundial de Energia Eólica estima que até 2020 o volume energético gerado pelo vento irá quadruplicar, chegando a mais de mil gigawatts e superando a produção de energia nuclear.
O Grupo Ecosul faz parte do Ecorodovias, um dos maiores grupos de infraestrutura e logística intermodal do Brasil. Conta com seis concessões rodoviárias nas regiões Sul e Sudeste, somando mais de 1.900 quilômetros de rodovias por onde passam 120 milhões de veículos por ano, representando 52,8% do fluxo de passageiros e turistas, e 48% de toda a carga nacional movimentada no país. Além disso, o Grupo Ecorodovias está presente no setor portuário, por meio do Ecoporto Santos, terceiro maior terminal do Porto de Santos e quinto maior do país, e no setor de logística, com a Elog, empresa com 15 unidades logísticas, entre plataformas multimodais, portos secos, CLIAs (Centro Logístico e Industrial Aduaneiro) e centros de distribuição. O Grupo Ecorodovias tem a estratégia de atuar, de forma sinérgica, nos principais corredores de importação, exportação e turismo e ajudar o Brasil a chegar ao futuro.
Vantagens para o meio ambiente
Energia eólica: não causa emissões ao ambiente ou à água e não produz nenhum tipo de lixo tóxico. Também não faz uso de fontes naturais e não danifica ao meio ambiente em sua extração. 
Energia solar fotovoltaica: A interação entre o silício e a luz solar, que gera a energia fotovoltaica, não produz resíduos. Por isso, ela é considerada uma fonte de energia limpa ou ecológica. Além disso, a radiação solar é abundante e inesgotável, com grande potencial de utilização.
Sistema solar fotovoltaico na BR 392 energia solar
 DEZESSEIS PAINÉIS SOLARES FOTOVOLTAICOS TOTALIZANDO 4. KW DE POTÊNCIA SOLAR INSTALADO. 

AEROGERADOR DE 2.4  Kw.
SAU Ecoeficiente na BR 392 com energia eólica e solar fotovoltaica by Energia Pura Empreendimentos

Sistema solar fotovoltaico no SAU da BR 392 energia fotovoltaica
Inversor SMA
   Inversor Grid Tie SMA 7 kW. Sunny Mini Central
Fonte: 
 Pelotas, RS

Indústria fotovoltaica global instala 9GW no 3T13Montante é 20% maior na comparação com o mesmo período do ano passado, aponta estudo da Solarbuzz

Crédito: Getty Images
A indústria solar fotovoltaica global alcançou a marca recorde de 9GW instalados no terceiro trimestre de 2013. O montante é 20% maior na comparação com o mesmo período do ano passado e aponta alta de 6% ante o trimestre anterior. Os números são da consultoria Solarbuzz, especializada na indústria solar, que faz periodicamente o levantamento junto aos 100 principais países do setor fotovoltaico.
O montante instalado foi recorde tanto no segundo quanto no terceiro trimestre deste ano,resultando em mais de 17GW de nova capacidade solar. Na soma dos dois períodos, o total é 3GW maior do que o do mesmo período do ano passado.
"Esses níveis recordes são fundamentais para a recuperação do setor fotovoltaico. Com a confiança junto ao consumidor final restabelecida, os principais fabricantes podem buscar estratégias mais agressivas para desembarcar tanto em mercados estabilizados quanto nos emergentes, apesar da preocupação com o impacto das tensões comerciais no crescimento deste negócio", disse Michael Barjer, analista sênior da Solarbuzz.
Os preços continuaram estáveis no trimestre na comparação com o mesmo período do ano passado. Combinado a uma forte demanda industrial, as receitas no mercado final cresceram consecutivamente nos três trimestres e excederam US$13 bilhões no último deles.
O mercado-final de sistemas fotovoltaicos deve atingir US$21 bilhões no último trimestre, com o acumulado do ano entre US$65 e US$75 bilhões. O patamar pode superar 2012, que registrou US$68 bilhões, mas ficará abaixo dos US$92 bilhões de 2011.
A demanda deverá crescer e ficar entre 10GW e 12GW no último trimestre, com boa parte desses montantes instalados na China e nos Estados Unidos.

São Paulo, 17 de Outubro de 2013 - 16:40 Brasil aumenta em 9,2 mil MW a geração de energia Desse total, 3,7 mil MW são gerados a partir de 11 UHEs, 4,59 MW a partir de 38 UTEs, 762 MW a partir de 30 eólicas, e 152 MW a partir de oito PCHsDa redação, com informações da Agência Brasil

Crédito: Roosevelt Pinheiro/Abr
A segunda etapa do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC 2) agregou mais 9.231 megawatts (MW) de energia à capacidade de geração do Brasil. Desse total, 3,7 mil MW são gerados a partir de 11 usinas hidrelétricas; 4,59 mil MW a partir de 38 usinas térmicas; 762 MW a partir de 30 usinas eólicas; e 152 MW a partir de oito pequenas centrais hidrelétricas.
Quando as obras em andamento forem concluídas, 26,5 mil MW serão agregados ao parque gerador brasileiro, a partir de mais oito hidrelétricas, 11 térmicas, 122 eólicas e cinco pequenas centrais hidrelétricas. Os números constam do oitavo balanço da segunda fase do PAC, divulgado nesta quinta-feira (17/10).
De acordo com o balanço, a Usina Hidrelétrica de Belo Monte terá investimento de R$ 28,9 bilhões e está com 34% das obras concluídas. Localizada no Pará, a usina terá capacidade instalada de 11.233 MW.
Vinte e seis linhas de transmissão foram concluídas, totalizando 8.270 quilômetros (km) de extensão, para levar a energia gerada ao mercado consumidor. Outras 38 linhas, com extensão de 10.154 km, estão com obras em andamento. Há ainda 32 subestações em construção.
Entre as que estão em operação está a do Circuito 1 da Interligação Madeira-Porto Velho-Araraquara, com 2.375 km, ainda em fase de testes. A Interligação Tucuruí-Macapá-Manaus (1.798 km) tem dois trechos concluídos que somam 1.085 km de extensão. Outros 16.554 km de linhas serão viabilizados por meio de nove leilões já feitos, com previsão de investimentos da ordem de R$ 18,6 bilhões.